imagem “Todas as pessoas Grandes foram um dia Crianças. Mas poucas se lembram disso” – O Principezinho


O género fotográfico que mais gosto é, sem sombras de dúvidas, o retrato.
Se o grande propósito que se visa com uma fotografia é a imortalização é para mim fulcral que nela existam pessoas! As pedras, o céu estrelado, o pôr-do-sol e até mesmo as tantas lindas paisagens que mundo fora se encontram, ‘sempre’ aqui estiveram, e hão-de permanecer imutáveis durante longos anos. Mas as pessoas não!
As pessoas são seres irreverentes e transmutáveis, únicas, e os momentos que nos proporcionam são irrepetíveis.

Para mim o grande desafio da fotografia é captar almas, sentimentos e naturalidade. Aquilo que é um vez fotografado,  não pode ser nunca mais esquecido, e eu gosto de aproveitar isso tentando que as pessoas fiquei bem reconhecíveis, até ao seu íntimo, nas imagens que faço. Por isso tenho aflição a poses formatadas  e, irremediavelmente, me recuso a editar as imagens.

Tudo isto se torna muito mais fácil e deliciosamente mais fluido quando fotografamos uma criança. Felizmente elas não querem enaltecer qualquer tipo de beleza exterior, nem pretendem que as fotografias reflictam uma vida que não têm. Estão apenas a ser crianças com toda a naturalidade e traquinice que isso implica, e é perfeitamente possível encher uma fotografia com a sua magia intrínseca sem ter de se magicar umas cenas irrealistas.

Devíamos ser todos um pouco mais crianças.

Portraits are the kind of photos I like the most. If the purpose of a photo is to keep the memory of something alive, then, for me it’s essential to have people in the frame! Rocks, the starry sky, the sunset and even the many beautiful landscapes around the world, they have ‘always’ been there, and they’ll keep like that for a long time. People won’t! People are ireverent and they change, they are unique, and the moments they provide us are “irepeatable”.

From my point of view, the greatest challenge of photography is to capture souls, feelings and naturality. What is once photographed, can never be forgotten, so I try to keep that in mind in every picture I take. That’s why I avoid standart poses and refuse to edit photos.

It all becomes easier and deliciously fluid when we photograph a child. Fortunately they are indiferent to any type of external beauty, neither do they want photos to reflect a life they don’t have. They are just natural kids playing, and pranking, and it is definitely possible to fill a photo with their  magic without using irrealistic scenes.

We should all be a little more ‘children‘.

by: Ana Ribeiro

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